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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Suzuki GSX-R 750


 

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Embora esteja acima das 600cc e tenha um motor de quatro cilindros em linha, a GSX-R 750 também pode ser considerada uma superesportiva média. E o que a torna tão agradável quanto os 150 cv a 13.200 rpm gerados pelo motor, é o fato da moto estar disponível no Brasil, onde aparece como opção ao modelo de 1.000cc. A GSX-R 750 também é conhecida por ser a moto que deu origem aos outros modelos da família de superesportivas da Suzuki, isso no ano de 1985.

Ducati 848 EVO




  •   Honda CBR 600F Suzuki GSX-R 750
     
 
Já confirmada para chegar ao país pela nova subsidiária brasileira da Ducati, a 848 EVO está um pouco acima das outras em termos de capacidade cúbica. Entretanto, considerando-se que o próximo degrau na evolução é a 1199 Panigale, os 849,4 cm³ do bicilídrico capaz de gerar 140 cv a 10.500 rpm a deixam no patamar das superesportivas médias. No visual, o design esguio foi incorporado à moto, que carrega os traços do DNA Ducati, como os escapes posicionados abaixo do assento e o monobraço na roda traseira.

MV Agusta F3 675





  •  Ducati 848 EVO
     
 
O segundo modelo com propulsor tricilíndrico da nossa lista vem da Itália. Equipada com um motor 675 cm³ capaz de gerar 128 cv a 14.400 rpm, a MV Agusta F3 fez sua estreia nas pistas do Campeonato Mundial de Supersport no início desse ano pela equipe ParkinGo e marcou o retorno da marca para as competições de motovelocidade a nível mundial. As linhas herdadas da F4, a superesportiva maior da Casa de Varese, completam o mix de potência e estilo da moto que deve desembarcar no Brasil até o final deste ano.

Honda CBR 600RR





  • Ducati 848 EVO Suzuki GSX-R 600 
     
 
O facelift realizado pela Honda na CBR 600RR no ano passado não alterou o desempenho da moto. O motor de quatro cilindros em linha de 599 cm³ continua entregando 120 cv a 13.500. Entretanto, as novas linhas da superbike média - apresentadas no ano passado na Itália - japonesa a tiraram da sombra da Fireblade. A eletrônica também foi retrabalhada para melhorar a resposta do acelerador aos pilotos novatos. Assim como nos outros modelos da Honda, os freios Combined ABS são oferecidos como opcionais. O novo modelo ainda não desembarcou no Brasil, mas tudo indica que a nova CBR 600 RR deverá ser um dos lançamentos da Honda no Salão Duas Rodas 2013.

Kawasaki Ninja ZX-6R 636



  •  Ducati 848 EVO Suzuki GSX-R 600 

     
 
A Ninja ZX-6R 636 chegou com tudo. Apresentada para o mercado brasileiro pela Kawasaki na última sexta-feira, 8 de março, a moto está disponível nas versões Standard, por R$ 49.990 e com freios ABS, por R$ 52.990. Além do visual repaginado, que como mencionamos a deixou mais agressiva e parecida com sua irmã de um litro, o novo propulsor de 636 cm³ pode gerar até 137 cv a 13.500 rpm, já com a atuação do sistema Ram Air (indução direta de ar). Para ajudar a domar a força do motor, a nova ZX-6R 636 conta com embreagem deslizante, controle de tração e dois modos de mapeamento, além do ABS como opcional.

Daytona 675

 

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A Daytona 675 é a única superesportiva fabricada hoje pela marca de Hinckley. Equipada com um motor de três cilindros em linha capaz de gerar 128 cv a 12.500 rpm, a superbike inglesa também conta com uma versão "R" que reúne o que há de melhor para as pistas, como freios Brembo, partes em fibra de carbono e câmbio de mudança rápida (quickshifter). A reestilização mais recente da Daytona 675, na qual a alteração mais marcante é a mudança do escape que deixou de ser acomodado abaixo do assento para ganhar uma saída curta do lado direito da moto, já foi confirmada para chegar ao Brasil pela Triumph. E o melhor montada por aqui.

sábado, 11 de maio de 2013

Honda NX400i Falcon e XRE300; qual predomina?


Os emplacamentos dos dois primeiros meses desse ano de 2013 mostram que a Honda XRE 300 ficou em 2º lugar na categoria Trail – fun, abaixo da NXR 150, com 4.056 unidades. A Honda NX400i Falcon ficou em 5º lugar com 1.618 unidades.
Honda NX400 Falcon i ou XRE 300 - Muitas semeplanças e grandes diferenças
Honda NX400 Falcon i ou XRE 300 - Muitas semeplanças e grandes diferenças
Esses números dizem muito mas não falam tudo, promoções podem ajudar uma ou outra a predominar. Mas no fim, quem decide mesmo é quem compra e esses sabem bem o que querem.
Em termos de preço, a XRE sai por R$ 14.996,00 (ABS) R$ 13.290,00 (Standard) e a Falcon é entregue por R$ 19.676,00 R$ 18.900,00 sugerido(tabela FIPE, 2 de abril). Grande diferença mas vamos considerar quais outras características diferem uma da outra.
Posicionamento do piloto na Falcon favorece mais o off road
Posicionamento do piloto na Falcon favorece mais o off road
Na XRE a posição de conduzir é um pouco mais relaxada. Na Falcon você fica favorecendo um pouco mais o ataque, menos encaixado no banco que envolve melhor o tanque e assim, permite maior mobilidade. O banco mais alto, as laterais largas ao lado do tanque e o bico da XRE dão a impressão de que é uma moto maior, mas na verdade é 12,5 Kg mais leve (6 Kg com  ABS). Em termos da relação de distâncias do triângulo que se define pelo ponto do assento, apoio das pedaleiras e posição do guidão a Falcon coloca o piloto numa postura mais própria ao uso mais esoportivo na terra. É mais fácil levantar para passar sobre obstáculos e mudar o posicionamento do corpo para superar obstáculos.
Posicionamento do piloto na XRE 300 favorece o conforto
Posicionamento do piloto na XRE 300 favorece o conforto
Em termos de motorização, apesar de em números absolutos a Falcon se apresente mais potente, essa diferença, já  pequena, é absorvida pelo peso adicional que ela leva. Pode-se notar que a diferença de peso que cada CV tem que levar na Falcon é muito pequena, resulta em menos de 0,1% de vantagem. Porém em termos de torque a vantagem se torna significativa, principalmente por causa da rotação em que ele está disponível. A XRE Flex tem 2,81 Kgf.m (2,85Kgf.m alcool) em 6500 rpm e a Falcon 3,27 Kgf.m em 6.000 rpm. Mais de 15% de diferença que na prática, vai representar uma elasticidade maior em todas as marchas, de modo que você vai poder sair de um giro mais baixo e ganhar mais velocidade em cada marcha. Resulta que no final, a velocidade máxima vai ser maior. Ou ainda, você vai poder manter uma velocidade de cruzeiro mais alta em viagens e não vai ser necessário trocar tantas marchas como na XRE.
Concepções de motor: OHC com válvulas radiais (RVFC) na Falcon contra DOHC na XRE 300 mas a rodagem é a mesma nas duas motos
Concepções de motor: OHC com válvulas radiais (RVFC) na Falcon à direita, contra DOHC na XRE 300 à esquerda mas a rodagem é a mesma nas duas motos
Suspensão está num contrasenso. Mais curso na XRE do que na Falcon implica que esta deveria sofrer mais nos obstáculos. Porém, como a pilotagem é mais dinâmica por causa da maior facilidade no posicionamento do piloto essa vantagem pode ficar obscurecida. Por outro lado, na Falcon, a calibração é um pouco mais dura, permitindo melhor aproveitamento. Na XRE a calibração é mais macia e enquanto oferece mais conforto o aproveitamento é menor para uma tocada mais agressiva.
Os Chassis são muito parecidos, os dois tem o mesmo berço semi-duplo sob o motor, mas o da XRE parece mais bem estruturado, não sofre tanto as consequências das grandes forças geradas pelo motor e suspensão sobre a sua estrutura. O motivo pode ser a própria suspensão que por ser mais macia não exerce tanta força, assim como o motor que produz menos torque. Os 17mm a mais na distância entre-eixos da Falcon é irrisório mas a diferença do vão livre do solo vai provocar uma diferença correspondente no centro de gravidade, facilitando um pouco a rolagem (entrar e sair de curvas) na XRE.
Pequenas diferenças mostram a XRE um projeto mais atual, definindo uma moto mais "on" do que "Off" em termos de geometria
Pequenas diferenças mostram a XRE um projeto mais atual, definindo uma moto mais "on" do que "Off" em termos de posicionamento do piloto. Em geometria elas se equivalem
Freios idênticos mas apenas na XRE tem a possibilidade de vir com o C-ABS. Nessa moto ele dá um show quanto as possibilidades do sistema para uso na terra. Se todas as motos trail viessem com um ABS dessa categoria o uso na terra desse sistema seria mais bem aceito. Mas na combinação do traseiro com o dianteiro há situações em que se deseja travar o traseiro para algum redirecionamento e isso se torna impossível. No mais são equivalentes até por serem os mesmos, nas mesmas rodas e pneus. Boa potência, boa modulação, tudo igual nas duas trail da Honda.
Mesmo painel com adornos diferentes na Falcon e na XRE 300
Mesmo painel com adornos diferentes na Falcon (esq) e na XRE 300 (dir)
Por fim se espera alguma conclusão. Mas ela fica nas considerações das diferenças e semelhanças. Sobre o preço, tão mais alto da Falcon a pergunta que fica é se os custos se justificam, porque mesmo com as características de maior conforto na XRE e mais pegada na Falcon continuam muito próximas as características dessas duas motos. Parece que a decisão vai ficar para um futuro, em que o principal fator vai ser a politica de preços da montadora.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O MULEKE QUE TEM UMA MOTO NA BOCA KKKKKKKKKKKK

manobras radicais de moto

Suzuki GSR 750A no Brasil – Teste !!!


     Após a longa espera por novos modelos, a Suzuki trouxe logo de cara cinco novidades, entre elas estão a GS 120, DL V-Strom 650, a Gladius também 650, a esportiva GSX-R 750, GSX-F 1250 FA (Full ABS) e a tão esperada naked Suzuki GSR 750A.
     A GSR 750A que agora vem para completar um segmento de mercado que se fortalece cada vez mais, deixa evidente que veio para encarar a concorrência de frente.
      Suas principais rivais, não só em categoria e cilindrada, mas também em preço são: a também recém lançada Kawasaki Z-800, a dupla da Honda, CB 600 F Hornet e Honda CB 1000, BMW F 800R e a menos potente delas e mais acessível ao bolso Yamaha XJ-6.
      Com visual moderno, robusto e compacto já era fácil de se imaginar que a experiência em cima dela seria instigante e cheio de adrenalina.
     Com a frente bem compacta, montado em cima da motocicleta, a sensação é que não se tem mais nada a sua frente logo após o painel, o farol fica bem encaixado e é praticamente imperceptível ao piloto em cima da moto.
     Já que estamos falando da dianteira da motocicleta, o painel de instrumentos é bem completo, conta com luminosidade ajustável – apresenta tacômetro analógico para rápida e fácil leitura, ampla tela em LCD com indicação de velocímetro, dispõe de um relógio, indicador de marcha engatada, medidor de temperatura do liquido de arrefecimento, medidor de combustível e dois hodômetros parciais – proporcionando total praticidade.
     O propulsor que é derivado da famosa GSX-R 750A, mais conhecida como SRAD 750, é compacto e se encaixa perfeitamente entre as pernas do piloto – na minha opinião, poderia ser um pouco melhor acabado.
     O motor que gera 106 cavalos de potencia a 10.000 rpm e pouco mais de 8 quilos de torque a 9.000 rpm, ronca suave e em baixas rotações e tem um funcionamento bem macio, mais é só acelerar acima dos 7 mil giros que o papo muda.
      A moto é muito fácil de se pilotar , tanto em baixas rotações fazendo um passeio no bairro, indo a padaria tomar um café, buscando o filho na escola, ou extraindo o seu máximo dentro de um autódromoe também transmite um ar de tranquilidade para qualquer piloto, até mesmo para os menos experientes.
     Apesar do peso de 210 kg, me impressionei com a maleabilidade da GSR 750A, e assumo que andando devagar cheguei a imaginar que ela fosse fraca quando se exigisse esportividade, mas bastou umas 3 voltas na pista para me acostumar com a moto e perceber que eu estava completamente errado, e que ela poderia ser muito mais esportiva do que imaginei.
    
     Na pista, o mais novo lançamento da Suzuki não decepcionou. Com a rotação acima dos 7 mil giros, ela coloca seus dentes de fora e fica bem arisca, a sua esportividade e comportamento do propulsor, trazem nítidas lembranças da GSX-R 750.
     Extraí o máximo que o propulsor de 106 cavalos pode proporcionar dentro dos limites da pista, e não tomei nenhum susto em nenhuma ocasião, o seu conjunto é muito equilibrado, e a suspensão invertida na dianteira tem um trabalho bem satisfatório para a proposta da motocicleta. Resumindo, ela adora curvas!
     Os freios a disco na dianteira e traseira são equipados com o sistema ABS, e proporcionam frenagens seguras e exatas, com muita tranquilidade e conforto, evitando sustos ou derrapadas indesejadas. Fortalecendo aquele papo de “pilotos menos experientes”, as motos hoje, surgem cada vez mais leves, mais potentes e cheias de sistemas eletrônicos.
     Essa parafernália toda de eletrônica se justifica, já que muitos pilotos que adquirem uma motocicleta de mais de 100 cavalos de potencia e que atinge mais de 200 km/h, nunca subiram em uma motocicleta. A eletrônica é muito importante para garantir a segurança do condutor seja ele experiente ou inexperiente.
     A posição de pilotagem proporciona um posicionamento mais ereto e confortável, principalmente para rodar na cidade, e em viagens, mas também é fácil de se encontrar o encaixe perfeito para uma pilotagem mais racing. O banco é macio o suficiente para não querermos mais descer da motocicleta.
    
     A Suzuki GSR 750A promete agitar o mercado das naked de média cilindrada, e ela estará disponível nas concessionárias em meados de Maio por 36.900 reais. A briga vai ser acirrada, quem vence essa batalha? Façam suas apostas.


Protótipo da Suzuki Moto GP sugere o futuro da família GSX-R !!!



article_image30287      Que a Moto GP serve de laboratório de testes para a melhoria dos modelos de rua ninguém dúvida, então os flagrantes captados nos testes do novo protótipo podem revelar quais as possíveis alterações que serão aproveitadas na família GSX-R num futuro bem próximo. Esta nova moto deverá ser revelada oficialmente em breve, antes de junho, quando acontecerão os cinco testes planejados pela fábrica na Europa.
     Desde o ano passado, a Moto GP voltou a adotar motos com motores de 1000 cilindradas, antes eram até 800cc, tornando os protótipos ainda mais próximos dos modelos comerciais. A família GSX-R da Suzuki, consagrada por sempre ser inovadora, tem ficado para trás em termos de atualizações tecnológicas, quando comparada com suas principais concorrentes, há alguns anos, portanto é bem plausível imaginar uma nova moto que busque recuperar este “tempo perdido”, pois neste protótipo pode-se perceber uma série de melhoramentos agregados.
    article_image30290      O mais visível são as radicais mudanças nas carenagens laterais e no frontal. As quatro entradas de ar dispostas em pares de cada lado do farol foram substituídas por uma única entrada localizada abaixo do numeral, num formato muito parecido ao adotado pela Ducati.
     Segundo relatos, o motor deste novo protótipo “ronca” de forma muito parecida com o motor da Yamaha M1, o que pode sugerir a adoção de um virabrequim que proporciona o mesmo efeito “big bang” que a moto de Valentino Rossi e Jorge Lorenzo utilizam. Nota-se ainda que o braço oscilante recebeu um refinamento de desenho, tem suas vigas mais finas e novos pontos de fixação.
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      Afastada da Moto GP há alguns anos por motivos financeiros, a Suzuki deverá firmar parceria com uma ou mais equipes privadas para retornar à competição em 2014 para o aperfeiçoamento deste protótipo. A família GSX-R é muito importante para a marca em termos de conceito de marketing e de vendas e este retorno deverá servir para o desenvolvimento de produtos superiores muito importantes para a conquista de mercados emergentes, principalmente o asiático, e para deter a perda de participação de mercado que a marca vem registrando.

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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Moto com Motor de Helicoptero y2k

Kawasaki Z800 chega a partir de R$ 35.990



Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)
AKawasaki apresentou nesta quarta-feira (30) à imprensa especializada a Z800, nakedapresentada na Europa em outubro e que substitui a Z750, lançada no Brasil em 2007 e, desde 2009, produzida no Brasil. A novidade – que assim como a antecessora é fabricada em Manaus – custa R$ 35.990 na versão sem ABS e R$ 38.990 quando equipada com o sistema de freios antitravamento. Segundo a marca japonesa, a Z800 chega às concessionárias da marca após o Carnaval nas cores branca, preta e verde.
De acordo com Ricardo Suzuki, gerente de Planejamento da Kawasaki do Brasil, a Z800 deve responder em 2013 por uma participação no mercado de motos naked de 600 cm³ a 1000 cm³ – cuja líder é a Honda CB 600F Hornet – em torno de 15%, mantendo os números da antecessora. No último ano, a Z750 emplacou 1.252 unidades no mercado nacional, somando aproximadamente 5.500 emplacamentos ao longo dos cinco anos que esteve em linha. Foi a segunda moto mais vendida da Kawasaki em 2012, perdendo apenas para a Ninja 250R – então o carro-chefe da marca –, que vendeu 3.211 unidades e a ER-6N (1.174 emplacamentos), naked de 650 cm³ e que sai por R$ 25.990. Ao todo, a marca comercializou 9.203 motos.
Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)
Mudanças
Ainda de acordo com a Kawasaki, a “Z800 é uma moto totalmente nova em relação à Z750”. Trocou-se desde os faróis, piscas, lanternas e tanque, até pneus, ponteira de escape, freios e motor. Este, agora com 806 cm³, é 58 cm³ maior que o da Z750 e produtor de 113 cavalos (106 cv na antiga) a 10.200 rpm, e 8,5 kgfm de torque a 8.000 rpm – ante 8 kgfm a 8.300 rpm da antecessora. O câmbio continua com seis marchas.
Outras mudanças consideráveis, ainda de acordo com a Kawasaki, foram o disco de freio, que saltou de 300 mm para 310 mm, e o sistema de escape: com ponteira mais curta, concentra seu peso na porção frontal da moto, deixando a traseira mais leve – o que melhora a dirigibilidade, de acordo com a marca.
Quanto à ergonomia, o guidão está mais plano, a largura do assento foi estreitada (privilegiando motociclistas de estatura reduzida) e o painel agora é plenamente digital, exibindo autonomia e três modos de visualização do conta-giros.
História
A história da linha Z da Kawasaki remete a 1972, com o lançamento da Z1. Ao longo de 40 anos, a estirpe foi passando por transformações, até que em 2003 “voltou às raízes”, privilegiando a diversão. Nessa geração, a Kawasaki encaixa a Z800 na categoria de Street Fighter média, e a classifica com uma “fera sem coleira”. No entanto, não foi possível confirmar se a “fera” realmente não em coleira, já que a marca não promoveu um test-drive do modelo.
Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)Kawasaki Z800 (Foto: Divulgação)

Suzuki lança edição limitada da Gladius na Europa


Suzuki Gladius "Total Black Mat" (Foto: Divulgação)Suzuki Gladius "Total Black Mat" (Foto: Divulgação)
Lançada no final de 2008, a Suzuki Gladius acaba de ganhar edição limitada na Itália. Batizada de "Total Black Mat", a versão traz freios ABS de série e coloração negra em quase toda a superfície. Além disso, o modelo possui também escapamento especial da marca Yoshimura e será vendido até vendido até junho ou quando os estoques terminarem.
Nos modelos normais da linha 2013, novas cores chegaram: uma misto de vermelho, cinza e preto, enquanto outra é azul, branco e preto.
Em sua base mecânica não ocorreram alterações e o modelo segue equipado com motor V2 de 645 cm³, o mesmo que impulsiona a DL 650 V-Strom. De acordo com a empresa, o bicilíndrico, com refrigeração líquida e injeção eletrônica, gera 72 cavalos de potência a 8.000 rpm e 6,52 kgfm de torque. No Brasil, a Gladius ainda não é comercializada pela empresa.
Suzuki Gladius (Foto: Divulgação)Suzuki Gladius (Foto: Divulgação)

Yamaha YZF R6 é atração no filme Duro de Matar 5

terça-feira, 7 de maio de 2013

Só os Loucos Correm Aqui !!!!!!!!

MV Agusta confirma F4 RR ABS no Brasil por R$ 110 mil


MV Agusta F4 RR ABS (Foto: Divulgação)MV Agusta F4 RR ABS (Foto: Divulgação)
AMV Agusta confirmou nesta terça-feira (9) o lançamento da esportiva F4 RR ABS no Brasil, que acaba de fazer sua estreia mundial. A produção da moto na Itália começa no mês que vem e ela será vendida no mercado brasileiro apenas por encomenda. O preço também foi definido: R$ 110 mil.
A F4 RR conta agora com freios ABS, sistema que impede que as rodas travem em frenagens bruscas. Também houve atualização do controle de tração, com oito níveis de regulagem e sensores nas rodas dianteira e traseira, além de sensor de inércia.
O motor é de 998 cm³, quatro cilindros, 16V que alcança mais de 200 cavalos de potência, segundo a montadora. O modelo conta com embreagem assistida eletronicamente e pinças de freio Brembo M50 tipo MotoGP.

Motos na faixa de R$ 30 mil abrem caminho no mercado brasileiro


O mercado brasileiro de motocicletas vive dois momentos distintos: o segmento das motos “de entrada”, o maior no país, penando com as restrições de financiamento, e o das motos de luxo, passando ao largo da crise. No meio termo dessas duas faixas tão distintas, motos médias, que custam entre R$ 20 mil e R$ 30 mil, podem ganhar espaço.
motos médias (Foto: Divulgação)Exemplos de motos médias no Brasil (de cima
para baixo: Honda NC 700X, Kawasaki ER-6n e
Suzuki Gladius  (Foto: Divulgação/Rafael Miotto/G1)
A recentemente lançada Honda NC 700X, sua rival da Kawasaki, a ER-6n, e umaSuzuki Gladius 650 prestes a chegar pertencem a este mesmo tipo de motos, destinado a seduzir motociclistas em busca de qualificação, dispostos a trocar a espartana simplicidade das pequenas utilitárias por uma moto com "M" maiúsculo.
São modelos que representam o 2º ou 3º degrau da carreira do motociclista. Versáteis, tanto se prestam ao vai e vem diário como servem ao uso no lazer e para viajar sem problema. E ainda são razoavelmente econômicas em consumo de combustível e custos de exercício. Em suma, elas ampliam horizontes de quem não mais quer passar o final de semana no circuito sofá-televisão-geladeira.
Se aos olhos de quem “cavalga” uma CG 150 de R$ 6 mil – o best-seller da Honda há anos – o brilho dos cromados das Harley-Davidson e a exclusiva tecnologia da BMW representam um sonho quase impossível, uma dessas médias pode se transformar em uma realidade palpável, oferecendo bem mais status e tecnologia pelo mesmo dinheiro que custa um carro 0 km.
Todavia, é exatamente este valor semelhante ao de um automóvel que restringe o mercado destas motos médias. Contudo, se a tecnologia empregada em uma Honda NC 700X e na sua rival Kawasaki ER-6n for comparada com a de um carro de igual valor a balança penderá para o lado das motos. E, se abordarmos o tema performance, aí então os carros de R$ 30 mil sairão tremendamente humilhados. Evidentemente que, para dizer isso, consideramos cada "macaco no seu galho", ou seja, não dá para levar a família inteira ao parque de diversões em uma Honda NC 700 X assim como alcançar 28 km/l de consumo médio no Chevrolet Celta é utopia.

Triumph mostra pela primeira vez no Brasil as novas Street e Daytona




Triumph Dayona 675 (Foto: Rafael Miotto/G1)
ATriumph mostrou pela primeira vez no Brasil as novas gerações de Street Triple e Daytona 675, modelos que serão montados pela marca em Manaus e começam a ser vendidos em junh próximo. A naked Street Triple foi renovada no ano passado e lançada no Salão de Colônia, em setembro. No mês seguinte, a marca apresentou a nova geração da esportiva Daytona 675 no Salão de Milão.
Os preços para o mercado brasileiro ainda não foram divulgados. A montadora diz que as motos ainda estão em processo de homologação e de adaptação ao Brasil - deve haver alguma modificação na injeção eletrônica e, possivelmente, no escape
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Nova GSX-R 750



Suzuki GSX-R 750 (Foto: Rafael Miotto/G1)Suzuki GSX-R 750 (Foto: Rafael Miotto/G1)
GSX-R 750
Para completar a lista de novidades 2014, a Suzuki renovou a esportiva GSX-R750. Apesar de manter a essência da versão anterior, a 750 passou por otimização de seu conjunto, tornando-se mais leve.
O visual também passou por sutis alterações e custa R$ 49.900, com previsão de chegar às lojas na 2ª quinzena de maio. com opções de cores preta e azul.

domingo, 5 de maio de 2013

BMW K 1300 S: edição especial chega ao Brasil


Foto: DIV
Para comemorar os 30 anos da Série K, a BMW Motorrad lançou uma edição especial da K 1300 S, disponível nas concessionárias brasileiros com preço sugerido de R$ 82.900,00. A motocicleta possui características únicas, destacando-se a cor especial em Branco Alpino, Preto Safira Metálico e Vermelho Racing, além do para-brisa fumê.

A BMW K 1300 S edição especial de 30 anos conta com ESA II (ajuste de suspensão eletrônico) e um pacote de segurança, que inclui RDC (controle de pressão dos pneus) e ASC (controle de tração), além, é claro, dos freios ABS de série, presentes em todos os modelos da BMW Motorrad.

Veja as fotos da BMW K 1300 S edição especial de 30 anos!


Para melhorar o caráter esportivo da moto, a K 1300 S edição especial de 30 anos recebe assistente de troca de marcha HP (High Performance), pedaleiras ajustáveis, sistema de escapamento com silenciador Akrapovic.

O motor, de 1.293 cc, continua o mesmo: quatro cilindros em linha (4 válvulas por cilindro), refrigerado a líquido, capaz de gerar 175 cavalos de potência a 9.250 rpm e um torque máximo de 14,3 kgf.m a 8.250 rpm.

Mais uma Vitória do Espanhou

Dani Pedrosa, Repsol Honda TeamDani-Pedrosa-Repsol-Honda-Team-Jerez-RAC-549888

sábado, 4 de maio de 2013

Nave Loca


BMW F 800 R ganha novas cores


A série F 800, apresentada pela BMW Motorrad em 2006, marcou o primeiro passo da marca no segmento de motocicletas médias. A F 800 R, uma roadster bicilíndrica de 798 cc, potência máxima de 64 kW/87 CV a 8.000 rpm e torque máximo de 86 Nm a 6.000 rpm que conquistou o público brasileiro com seu caráter esportivo e dinâmico, chega em 2013 com  novas cores.
Azul Metálico e Preto Safira se unem ao Prata Metálico para compor a gama de cores da F 800 R. Com ABS de série, design marcante, a começar pelo acabamento lateral do radiador, as setas indicativas em LED e o para-brisa esportivo – na cor da carroceria, transformam essa roadster em uma motocicleta que todos adoram pilotar.
A BMW F 800 R com as novas cores chegam às concessionárias a partir do início de maio, com preço sugerido mantido em R$ 36.900,00