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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Drift de moto

Acidente incrivel

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Artigo – dicas sobre o roubo de motos !!!

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      Ninguém melhor que o ladrão para apontar os pontos vulneráveis que facilitam-lhes a vida. Eles estão sempre à espreita, percebendo os vacilos da vítima e tirando proveito disso.
      As dicas que você lerá abaixo foram postadas no facebook por um ex-dono de oficina que era assediado pelos gatunos, para que comprasse peças oriundas de furtos praticados pela dupla de ladrões que atuavam na cidade de São Paulo.
     “Sou ‘Mexânico’ há anos. Parei um tempo com oficinas e recentemente voltei. Não por muito tempo, espero.
Proibido roubar
      Na primeira fase da minha vida de oficina, conheci cobras e lagartos. É, ladrões de moto frequentam oficinas. Às vezes o dono sabe, às vezes não sabe… mas em ‘boca fechada não entra formiga’.
      Tinham dois caras que apareciam com as próprias motos de vez em quando pra um serviço mecânico. Alemão e Nêgo Boca, dois porcarias, mas que não dava para rejeitar nem tocar para fora, pois lixo ou você recolhe ou não mexe. Se mexer, fede mais.
      Numa de nossas muitas conversas, eles me ‘cantaram’ algumas estratégias para os roubos:
► Os primeiros 5 minutos depois que você deixa sua moto num local são os primordiais.
Os ladrões normalmente agem em estacionamentos de motos. Esperam o cara parar e virar de costas. Ai se o cara não volta rápido, dá tempo de agirem. Então o truque é parar a moto e ficar de longe olhando. Se ninguém se aproximar logo, a moto esta tranquila. Ladrão nunca chega numa moto que ele não sabe a que horas chegou ou nem viu quem é o dono.
► Ladrão rouba moto fácil.
Se você passar uma corrente, já dificulta. Entre roubar a sua com corrente e a outra sem corrente, eles vão ficar com a mais fácil.
► Ladrão não gosta de moto suja.
Certamente você não vai deixar sua moto imunda, mas ladrão odeia roubar moto suja. A maioria desmancha a moto para vender aos pedaços. Ai fica ruim pois suja a mãozinha.
► Ladrão não gosta de moto personalizada nem descaracterizada.
O bandido sempre prefere levar as mais comuns, pois se misturam na rua e as peças tem saída rápida. Pinturas, adesivos, personalizações, toques pessoais, tudo isso inibe a ação dos bandidos.
roubo de moto
E hoje com esse monte de alarmes?
Pois é, hoje tem um monte de alarmes, o que dispara a buzina, o que corta a corrente, outro que corta o combustível, só falta um que dê um choque no ladrão. Pois foi nesse momento que eles começaram a roubar de arma em punho e como não são otários, pedem logo o controle do alarme.
Nesse caso os truques são os seguintes.
► Tenha sempre dois controles de alarme à mão.
Um que funciona e outro que só faz barulho (facilmente encontrado nos camelôs). Se você for parado e o mandarem descer, entregue o controle de alarme falso, se afaste e ligue para a policia dando a direção da moto.
► Sempre pare nos semáforos (sinais) olhando em volta.
Os maiores roubos são nesses locais. Se você vir alguém se aproximando em atitude suspeita, saia do lugar e ande mais para frente. Se o suspeito seguir atrás, é tentativa de roubo. Acelera!!
► Nunca pare na cara do sinal.
Os ladrões esperam todos pararem ali. Quando você vir o sinal fechando, pare distante. Eles ficam sem ação.
► Dois homens andando juntos de moto no transito é sempre suspeito.
Se encostarem perto, ande para frente.
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** ATENÇÃO ** Ninguem é mais rápido do que uma bala ( projétil). Se resolver acelerar tenha certeza absoluta de que sabe o que está fazendo. É acelerar para fazer os caras ‘comerem poeira’. Caso contrário melhor descer e entregar a moto.
Em tempo: Alemão e Nêgo Boca já foram desta para melhor… ou se houver justiça divina, para bem pior.”

lembrando sempre que “Bandido bom é bandido morto”… fato ….


Yamaha apresenta a réplica da moto de Rossi no Mundial de MotoGP 2013 !!!

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Yamaha YZF-R1 Rossi Réplica (Foto: Divulgação)
     A Yamaha criou, na França, uma série limitada da esportiva YZF-R1 com visual baseado nas motos utilizadas por seus pilotos no Mundial de MotoGP. Além da maior estrela Valentino Rossi, o atual campeão do torneio, Jorge Lorenzo, também possui réplica – ambos são da equipe principal da empresa no campeonato. Restritas a uma unidade cada, os modelos já foram vendidos por 17.999 euros.
     Além da moto, os compradores terão direito a acompanhar a prova do mundial neste final de semana em Le Mans, onde irão receber as motos dos próprios pilotos. Além das versões de Rossi e Lorenzo, estão disponíveis réplicas de Cal Crutchlow e Bradley Smith, pilotos da equipe satélite Yamaha Tech3. As alterações são visuais, com as mesmas cores utilizadas nos protótipos M1.

replicaslemans Réplicas da Yamaha para o GP de Le Mans (Foto: Divulgação)

domingo, 2 de junho de 2013

Em domingo de quedas de Rossi e Márquez, Lorenzo passeia em Mugello

Jorge Lorenzo dominou o Grande Prêmio da Itália de MotoGP, neste domingo. Segundo do grid, o espanhol da Yamaha ultrapassou o pole Dani Pedrosa , da Honda, logo no início. Sem dar chance aos adversários, conquistou sua terceira vitória consecutiva no circuito de Mugello, venceu pela segunda vez na temporada e assumiu a segunda colocação do campeonato, ficando a 12 pontos do líder Pedrosa, que tem 103.
Pedrosa terminou a prova na segunda posição, beneficiado pela queda de seu companheiro de equipe Marc Márquez, a três voltas do fim. O britânico Cal Crutchlow, da Yamaha, completou o pódio em Mugello.
Motogp jorge lorenzo GP de mugello (Foto: Agência Reuters)Jorge Lorenzo comemora a vitória no GP de Mugello e abraça o troféu no pódio (Foto: Agência Reuters)
Márquez, aliás, tenta esquecer o GP. Neste domingo, o piloto ultrapassou Pedrosa para assumir a segunda colocação a cinco voltas do fim, mas caiu duas voltas depois ao tentar tirar a distância de Lorenzo, totalizando quatro acidentes no fim de semana. Este foi o primeiro abandono dele na temporada, depois de subir ao pódio nas quatro primeiras etapas. Além disso, caiu para o terceiro lugar do campeonato, a 26 pontos do líder.
Para a decepção da torcida italiana, o ídolo Valentino Rossi não teve sorte neste domingo. O piloto da Yamaha, que largou em sétimo, se envolveu em um acidente com o espanhol Álvaro Bautista logo nas primeiras curvas, perdeu a direção e acertou a proteção de pneus de frente. Andrea Dovizioso, da Ducati, foi o melhor italiano, terminando a prova no quinto lugar.
A próxima corrida, a sexta etapa da temporada, será disputada no dia 16 de junho, no GP da Catalunha. Em 2012, a prova de Barcelona foi vencida por Lorenzo, com Pedrosa em segundo.

sábado, 1 de junho de 2013

Marc Márquez sofre sério acidente em treino, mas escapa sem ferimentos

Sensação da atual temporada da MotoGP, o espanhol Marc Márquez, de 20 anos, sofreu um sério acidente durante o segundo treino livre da categoria em Mugello, para o GP da Itália deste fim de semana. O jovem piloto, que liderou a atividade de abertura na parte da manhã, perdeu o controle de sua Honda ao frear na no fim da reta principal, onde os pilotos chegam a mais de 300 km/h. Ele caiu e deslizou sobre a grama até parar na brita. Márquez foi atendido ainda na pista e, em seguida, levado ao centro médico do circuito, que informou que o piloto não sofreu nenhuma lesão grave.
Motogp Marc Marquez queda treino (Foto: Agência AFP)Márquez levou tombo feio, foi levado a centro médico, mas não sofreu ferimentos graves (Foto: AFP)
Seu compatriota Jorge Lorenzo, da Yamaha, terminou a atividade em primeiro, com 1m48s375, seguido por Valentino Rossi (Yamaha), 1m48s409.  Por causa da queda, Márquez terminou apenas em 14º (1m50s210), nove posições atrás de seu companheiro de Honda, Dani Pedrosa, o quinto com 1m49s383. Cal Crutchlow (Tech 3 Yamaha) e Nicky Hayden (Ducati) terminaram, respectivamente, em terceiro e quarto. No primeiro treino livre, disputado na parte da manhã sobre pista úmida em razão da forte chuva que atingiu a região durante a noite, Márquez havia sido o mais veloz, com 1m54s797.
Motogp Marc Marquez queda treino (Foto: Agência Reuters)Espanhol aplica bolsa de gelo no rosto após levar susto grande em acidente (Foto: Agência Reuters)
O SporTV 2 transmite ao vivo os GPs da Itália de MotoGP, Moto2 e Moto3, válidos pela quinta etapa do Mundial de Motovelocidade, a partir das 6h de domingo (de Brasília). Os treinos classificatórios de sábado serão exibidos, também ao vivo, pelo SporTV 3, a partir das 7h35. Pedrosa lidera o campeonato da MotoGP com 83 pontos, seguido por Márquez, vice-líder com 77.
Motogp jorge lorenzo treino (Foto: Agência Reuters)Jorge Lorenzo, da Yamaha, fechou o dia como o mais rápido (Foto: Reuters)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Suzuki GSX-R 750


 

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Embora esteja acima das 600cc e tenha um motor de quatro cilindros em linha, a GSX-R 750 também pode ser considerada uma superesportiva média. E o que a torna tão agradável quanto os 150 cv a 13.200 rpm gerados pelo motor, é o fato da moto estar disponível no Brasil, onde aparece como opção ao modelo de 1.000cc. A GSX-R 750 também é conhecida por ser a moto que deu origem aos outros modelos da família de superesportivas da Suzuki, isso no ano de 1985.

Ducati 848 EVO




  •   Honda CBR 600F Suzuki GSX-R 750
     
 
Já confirmada para chegar ao país pela nova subsidiária brasileira da Ducati, a 848 EVO está um pouco acima das outras em termos de capacidade cúbica. Entretanto, considerando-se que o próximo degrau na evolução é a 1199 Panigale, os 849,4 cm³ do bicilídrico capaz de gerar 140 cv a 10.500 rpm a deixam no patamar das superesportivas médias. No visual, o design esguio foi incorporado à moto, que carrega os traços do DNA Ducati, como os escapes posicionados abaixo do assento e o monobraço na roda traseira.

MV Agusta F3 675





  •  Ducati 848 EVO
     
 
O segundo modelo com propulsor tricilíndrico da nossa lista vem da Itália. Equipada com um motor 675 cm³ capaz de gerar 128 cv a 14.400 rpm, a MV Agusta F3 fez sua estreia nas pistas do Campeonato Mundial de Supersport no início desse ano pela equipe ParkinGo e marcou o retorno da marca para as competições de motovelocidade a nível mundial. As linhas herdadas da F4, a superesportiva maior da Casa de Varese, completam o mix de potência e estilo da moto que deve desembarcar no Brasil até o final deste ano.

Honda CBR 600RR





  • Ducati 848 EVO Suzuki GSX-R 600 
     
 
O facelift realizado pela Honda na CBR 600RR no ano passado não alterou o desempenho da moto. O motor de quatro cilindros em linha de 599 cm³ continua entregando 120 cv a 13.500. Entretanto, as novas linhas da superbike média - apresentadas no ano passado na Itália - japonesa a tiraram da sombra da Fireblade. A eletrônica também foi retrabalhada para melhorar a resposta do acelerador aos pilotos novatos. Assim como nos outros modelos da Honda, os freios Combined ABS são oferecidos como opcionais. O novo modelo ainda não desembarcou no Brasil, mas tudo indica que a nova CBR 600 RR deverá ser um dos lançamentos da Honda no Salão Duas Rodas 2013.

Kawasaki Ninja ZX-6R 636



  •  Ducati 848 EVO Suzuki GSX-R 600 

     
 
A Ninja ZX-6R 636 chegou com tudo. Apresentada para o mercado brasileiro pela Kawasaki na última sexta-feira, 8 de março, a moto está disponível nas versões Standard, por R$ 49.990 e com freios ABS, por R$ 52.990. Além do visual repaginado, que como mencionamos a deixou mais agressiva e parecida com sua irmã de um litro, o novo propulsor de 636 cm³ pode gerar até 137 cv a 13.500 rpm, já com a atuação do sistema Ram Air (indução direta de ar). Para ajudar a domar a força do motor, a nova ZX-6R 636 conta com embreagem deslizante, controle de tração e dois modos de mapeamento, além do ABS como opcional.

Daytona 675

 

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A Daytona 675 é a única superesportiva fabricada hoje pela marca de Hinckley. Equipada com um motor de três cilindros em linha capaz de gerar 128 cv a 12.500 rpm, a superbike inglesa também conta com uma versão "R" que reúne o que há de melhor para as pistas, como freios Brembo, partes em fibra de carbono e câmbio de mudança rápida (quickshifter). A reestilização mais recente da Daytona 675, na qual a alteração mais marcante é a mudança do escape que deixou de ser acomodado abaixo do assento para ganhar uma saída curta do lado direito da moto, já foi confirmada para chegar ao Brasil pela Triumph. E o melhor montada por aqui.

sábado, 11 de maio de 2013

Honda NX400i Falcon e XRE300; qual predomina?


Os emplacamentos dos dois primeiros meses desse ano de 2013 mostram que a Honda XRE 300 ficou em 2º lugar na categoria Trail – fun, abaixo da NXR 150, com 4.056 unidades. A Honda NX400i Falcon ficou em 5º lugar com 1.618 unidades.
Honda NX400 Falcon i ou XRE 300 - Muitas semeplanças e grandes diferenças
Honda NX400 Falcon i ou XRE 300 - Muitas semeplanças e grandes diferenças
Esses números dizem muito mas não falam tudo, promoções podem ajudar uma ou outra a predominar. Mas no fim, quem decide mesmo é quem compra e esses sabem bem o que querem.
Em termos de preço, a XRE sai por R$ 14.996,00 (ABS) R$ 13.290,00 (Standard) e a Falcon é entregue por R$ 19.676,00 R$ 18.900,00 sugerido(tabela FIPE, 2 de abril). Grande diferença mas vamos considerar quais outras características diferem uma da outra.
Posicionamento do piloto na Falcon favorece mais o off road
Posicionamento do piloto na Falcon favorece mais o off road
Na XRE a posição de conduzir é um pouco mais relaxada. Na Falcon você fica favorecendo um pouco mais o ataque, menos encaixado no banco que envolve melhor o tanque e assim, permite maior mobilidade. O banco mais alto, as laterais largas ao lado do tanque e o bico da XRE dão a impressão de que é uma moto maior, mas na verdade é 12,5 Kg mais leve (6 Kg com  ABS). Em termos da relação de distâncias do triângulo que se define pelo ponto do assento, apoio das pedaleiras e posição do guidão a Falcon coloca o piloto numa postura mais própria ao uso mais esoportivo na terra. É mais fácil levantar para passar sobre obstáculos e mudar o posicionamento do corpo para superar obstáculos.
Posicionamento do piloto na XRE 300 favorece o conforto
Posicionamento do piloto na XRE 300 favorece o conforto
Em termos de motorização, apesar de em números absolutos a Falcon se apresente mais potente, essa diferença, já  pequena, é absorvida pelo peso adicional que ela leva. Pode-se notar que a diferença de peso que cada CV tem que levar na Falcon é muito pequena, resulta em menos de 0,1% de vantagem. Porém em termos de torque a vantagem se torna significativa, principalmente por causa da rotação em que ele está disponível. A XRE Flex tem 2,81 Kgf.m (2,85Kgf.m alcool) em 6500 rpm e a Falcon 3,27 Kgf.m em 6.000 rpm. Mais de 15% de diferença que na prática, vai representar uma elasticidade maior em todas as marchas, de modo que você vai poder sair de um giro mais baixo e ganhar mais velocidade em cada marcha. Resulta que no final, a velocidade máxima vai ser maior. Ou ainda, você vai poder manter uma velocidade de cruzeiro mais alta em viagens e não vai ser necessário trocar tantas marchas como na XRE.
Concepções de motor: OHC com válvulas radiais (RVFC) na Falcon contra DOHC na XRE 300 mas a rodagem é a mesma nas duas motos
Concepções de motor: OHC com válvulas radiais (RVFC) na Falcon à direita, contra DOHC na XRE 300 à esquerda mas a rodagem é a mesma nas duas motos
Suspensão está num contrasenso. Mais curso na XRE do que na Falcon implica que esta deveria sofrer mais nos obstáculos. Porém, como a pilotagem é mais dinâmica por causa da maior facilidade no posicionamento do piloto essa vantagem pode ficar obscurecida. Por outro lado, na Falcon, a calibração é um pouco mais dura, permitindo melhor aproveitamento. Na XRE a calibração é mais macia e enquanto oferece mais conforto o aproveitamento é menor para uma tocada mais agressiva.
Os Chassis são muito parecidos, os dois tem o mesmo berço semi-duplo sob o motor, mas o da XRE parece mais bem estruturado, não sofre tanto as consequências das grandes forças geradas pelo motor e suspensão sobre a sua estrutura. O motivo pode ser a própria suspensão que por ser mais macia não exerce tanta força, assim como o motor que produz menos torque. Os 17mm a mais na distância entre-eixos da Falcon é irrisório mas a diferença do vão livre do solo vai provocar uma diferença correspondente no centro de gravidade, facilitando um pouco a rolagem (entrar e sair de curvas) na XRE.
Pequenas diferenças mostram a XRE um projeto mais atual, definindo uma moto mais "on" do que "Off" em termos de geometria
Pequenas diferenças mostram a XRE um projeto mais atual, definindo uma moto mais "on" do que "Off" em termos de posicionamento do piloto. Em geometria elas se equivalem
Freios idênticos mas apenas na XRE tem a possibilidade de vir com o C-ABS. Nessa moto ele dá um show quanto as possibilidades do sistema para uso na terra. Se todas as motos trail viessem com um ABS dessa categoria o uso na terra desse sistema seria mais bem aceito. Mas na combinação do traseiro com o dianteiro há situações em que se deseja travar o traseiro para algum redirecionamento e isso se torna impossível. No mais são equivalentes até por serem os mesmos, nas mesmas rodas e pneus. Boa potência, boa modulação, tudo igual nas duas trail da Honda.
Mesmo painel com adornos diferentes na Falcon e na XRE 300
Mesmo painel com adornos diferentes na Falcon (esq) e na XRE 300 (dir)
Por fim se espera alguma conclusão. Mas ela fica nas considerações das diferenças e semelhanças. Sobre o preço, tão mais alto da Falcon a pergunta que fica é se os custos se justificam, porque mesmo com as características de maior conforto na XRE e mais pegada na Falcon continuam muito próximas as características dessas duas motos. Parece que a decisão vai ficar para um futuro, em que o principal fator vai ser a politica de preços da montadora.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O MULEKE QUE TEM UMA MOTO NA BOCA KKKKKKKKKKKK

manobras radicais de moto

Suzuki GSR 750A no Brasil – Teste !!!


     Após a longa espera por novos modelos, a Suzuki trouxe logo de cara cinco novidades, entre elas estão a GS 120, DL V-Strom 650, a Gladius também 650, a esportiva GSX-R 750, GSX-F 1250 FA (Full ABS) e a tão esperada naked Suzuki GSR 750A.
     A GSR 750A que agora vem para completar um segmento de mercado que se fortalece cada vez mais, deixa evidente que veio para encarar a concorrência de frente.
      Suas principais rivais, não só em categoria e cilindrada, mas também em preço são: a também recém lançada Kawasaki Z-800, a dupla da Honda, CB 600 F Hornet e Honda CB 1000, BMW F 800R e a menos potente delas e mais acessível ao bolso Yamaha XJ-6.
      Com visual moderno, robusto e compacto já era fácil de se imaginar que a experiência em cima dela seria instigante e cheio de adrenalina.
     Com a frente bem compacta, montado em cima da motocicleta, a sensação é que não se tem mais nada a sua frente logo após o painel, o farol fica bem encaixado e é praticamente imperceptível ao piloto em cima da moto.
     Já que estamos falando da dianteira da motocicleta, o painel de instrumentos é bem completo, conta com luminosidade ajustável – apresenta tacômetro analógico para rápida e fácil leitura, ampla tela em LCD com indicação de velocímetro, dispõe de um relógio, indicador de marcha engatada, medidor de temperatura do liquido de arrefecimento, medidor de combustível e dois hodômetros parciais – proporcionando total praticidade.
     O propulsor que é derivado da famosa GSX-R 750A, mais conhecida como SRAD 750, é compacto e se encaixa perfeitamente entre as pernas do piloto – na minha opinião, poderia ser um pouco melhor acabado.
     O motor que gera 106 cavalos de potencia a 10.000 rpm e pouco mais de 8 quilos de torque a 9.000 rpm, ronca suave e em baixas rotações e tem um funcionamento bem macio, mais é só acelerar acima dos 7 mil giros que o papo muda.
      A moto é muito fácil de se pilotar , tanto em baixas rotações fazendo um passeio no bairro, indo a padaria tomar um café, buscando o filho na escola, ou extraindo o seu máximo dentro de um autódromoe também transmite um ar de tranquilidade para qualquer piloto, até mesmo para os menos experientes.
     Apesar do peso de 210 kg, me impressionei com a maleabilidade da GSR 750A, e assumo que andando devagar cheguei a imaginar que ela fosse fraca quando se exigisse esportividade, mas bastou umas 3 voltas na pista para me acostumar com a moto e perceber que eu estava completamente errado, e que ela poderia ser muito mais esportiva do que imaginei.
    
     Na pista, o mais novo lançamento da Suzuki não decepcionou. Com a rotação acima dos 7 mil giros, ela coloca seus dentes de fora e fica bem arisca, a sua esportividade e comportamento do propulsor, trazem nítidas lembranças da GSX-R 750.
     Extraí o máximo que o propulsor de 106 cavalos pode proporcionar dentro dos limites da pista, e não tomei nenhum susto em nenhuma ocasião, o seu conjunto é muito equilibrado, e a suspensão invertida na dianteira tem um trabalho bem satisfatório para a proposta da motocicleta. Resumindo, ela adora curvas!
     Os freios a disco na dianteira e traseira são equipados com o sistema ABS, e proporcionam frenagens seguras e exatas, com muita tranquilidade e conforto, evitando sustos ou derrapadas indesejadas. Fortalecendo aquele papo de “pilotos menos experientes”, as motos hoje, surgem cada vez mais leves, mais potentes e cheias de sistemas eletrônicos.
     Essa parafernália toda de eletrônica se justifica, já que muitos pilotos que adquirem uma motocicleta de mais de 100 cavalos de potencia e que atinge mais de 200 km/h, nunca subiram em uma motocicleta. A eletrônica é muito importante para garantir a segurança do condutor seja ele experiente ou inexperiente.
     A posição de pilotagem proporciona um posicionamento mais ereto e confortável, principalmente para rodar na cidade, e em viagens, mas também é fácil de se encontrar o encaixe perfeito para uma pilotagem mais racing. O banco é macio o suficiente para não querermos mais descer da motocicleta.
    
     A Suzuki GSR 750A promete agitar o mercado das naked de média cilindrada, e ela estará disponível nas concessionárias em meados de Maio por 36.900 reais. A briga vai ser acirrada, quem vence essa batalha? Façam suas apostas.


Protótipo da Suzuki Moto GP sugere o futuro da família GSX-R !!!



article_image30287      Que a Moto GP serve de laboratório de testes para a melhoria dos modelos de rua ninguém dúvida, então os flagrantes captados nos testes do novo protótipo podem revelar quais as possíveis alterações que serão aproveitadas na família GSX-R num futuro bem próximo. Esta nova moto deverá ser revelada oficialmente em breve, antes de junho, quando acontecerão os cinco testes planejados pela fábrica na Europa.
     Desde o ano passado, a Moto GP voltou a adotar motos com motores de 1000 cilindradas, antes eram até 800cc, tornando os protótipos ainda mais próximos dos modelos comerciais. A família GSX-R da Suzuki, consagrada por sempre ser inovadora, tem ficado para trás em termos de atualizações tecnológicas, quando comparada com suas principais concorrentes, há alguns anos, portanto é bem plausível imaginar uma nova moto que busque recuperar este “tempo perdido”, pois neste protótipo pode-se perceber uma série de melhoramentos agregados.
    article_image30290      O mais visível são as radicais mudanças nas carenagens laterais e no frontal. As quatro entradas de ar dispostas em pares de cada lado do farol foram substituídas por uma única entrada localizada abaixo do numeral, num formato muito parecido ao adotado pela Ducati.
     Segundo relatos, o motor deste novo protótipo “ronca” de forma muito parecida com o motor da Yamaha M1, o que pode sugerir a adoção de um virabrequim que proporciona o mesmo efeito “big bang” que a moto de Valentino Rossi e Jorge Lorenzo utilizam. Nota-se ainda que o braço oscilante recebeu um refinamento de desenho, tem suas vigas mais finas e novos pontos de fixação.
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      Afastada da Moto GP há alguns anos por motivos financeiros, a Suzuki deverá firmar parceria com uma ou mais equipes privadas para retornar à competição em 2014 para o aperfeiçoamento deste protótipo. A família GSX-R é muito importante para a marca em termos de conceito de marketing e de vendas e este retorno deverá servir para o desenvolvimento de produtos superiores muito importantes para a conquista de mercados emergentes, principalmente o asiático, e para deter a perda de participação de mercado que a marca vem registrando.

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